fevereiro, 2012

Criatividade simples

27/02/12

Uma das minhas várias falhas como jornalista, talvez esteja relacionada com o cinema. Não sou, ao contrário de muitos amigos de faculdade, um cinéfilo inveterado, daqueles que analisam fotografia e tudo mais.

Porém, não posso deixar de comentar a cerimônia do Oscar, realizada ontem (26), em Hollywood.

É sintomático que o grande vencedor da noite seja um longa totalmente “Low Profile”, sem todo o status das chamadas superproduções.

“O artista” não tem um orçamento estrondoso, não conta com homens azuis gigantes, homem que se transforma em lobo, feitiçarias, grandes explosões, ou casais marcantes.

Além disso, Michel Hazanavicius, diretor do filme, que levou a estatueta de “Melhor Diretor, não fazia parte do hall dos grandes da categoria “não tinha a genialidade” de um Spielberg, um Scorcese.

Tampouco, Jean Dujardin, protagonista do longa e vencedor do Oscar de “Melhor Ator, está entre os galãs, que arrancam suspiros e sonhos da mulherada em todo mundo.

Enfim, “O artista” mostra, sobretudo, que grandes inovações e ideias podem vir independentes de tecnologias modernas.
 

Alerta!

02/02/12

Evito fazer, nesse espaço, considerações sobre o trabalho de outros jornalistas, afinal, ninguém erra por querer. Além do mais, não me considero gabaritado para criticar quem quer que seja.

Entretanto, existem algumas observações que, a meu ver, são válidas e precisam ser feitas. A gente vive em um país extremamente carente em termos educacionais, Sendo assim, quando um profissional da imprensa escreve “precose”, “calçinha” “uma grama de cocaína”, ou “16 horas da tarde”, presta um desserviço ao jornalismo e, o que é mais grave, com quem vai ler, ouvir, ou ver a informação.

Deixo claro que não sou uma sumidade gramatical, aliás, estou a anos luz de sê-lo, por isso, como disse no início do post, evito criticar. Porém, esse tipo de falta de atenção não pode acontecer.

Quando a gente está no mercado jornalístico percebe que cerca de 50% do que aprendemos na faculdade é um “blá, blá, blá, dispensável”. Mas, o que não se pode perder de vista é o que a gente aprende nsa primeiras aulas do curso sobre a função social do jornalismo.

O profissional tem que colocar na cabeça que, a partir do momento que ele exalta na rede social o PM que agride, sem razão, uma pessoa ou, destila palavras venenosas contra a mulher que matou um cachorro, ele contribui com a violência e a intolerância entre as pessoas.